HOBBIES: A Christine gaúcha

Quem está na faixa dos 40 a 50 anos deve ter visto em 1983 o filme do John Carpenter – Christine, o carro assassino. O filme é baseado no livro do mestre do horror e suspense Stephen King.

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O filme de temática adolescente tem como pano de fundo a história de Arnie Cunningham, um estudante tímido que compra um Plymouth Fury vermelho e branco, 1958 que precisa de grandes reparos. No filme, assim como também no livro, o carro começa a agir por conta própria, podendo até se reconstruir após acidentes e destruições, mostrando forte ciúme de Arnie, seu dono.

No entanto, as curiosidades do filme não param por ai. Uma delas é o automóvel utilizado. O carro, ou a “Christine” é na verdade um Plymouth Belvedere e não um Fury. Isso porque os Plymouth Fury eram fabricados apenas nas cores creme (Buckskin Beige) e não em vermelho e branco. Esses eram os Plaza e os Belvedere. O outro diferencial eram os motores: os Fury tinham motores muito mais potentes, advindo daí o nome – Fury. Ainda, reza a lenda que os admiradores dos Plymouth ficaram um pouco chateados com as filmagens em virtude das destruições da “Christine”. Foram usados/destruídos 16 carros para o filme.

Além dessas curiosidades, a trilha sonora do filme era toda especial, recheada de clássicos do rock: Rolling Stones, George Thorogood, Ritchie Valens, Little Richard, Buddy Holly entre outros. Vale a pena (re)ver o filme tanto para apreciar o carro como para ouvir a trilha sonora.

Em abril desse ano, em um encontro do Veteran Car Club do Brasil RS, tive o prazer de fotografar um Plymouth vermelho e branco. Era um Plaza. Ao ver a “Christine gaúcha”, semelhante ao usado no filme, já ouvi os primeiros riffs da guitarra do George Thorogood – Bad to the bone!

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