VINHOS | Assemblage e varietal. Qual a diferença?

Assemblage ou varietal? Que tipo de vinho você prefere? Essa pergunta às vezes causa algum embaraço para quem não sabe a diferença entre um e outro estilo de vinho. Mas a explicação é bem simples.

Assemblage (palavra de origem francesa) nada mais é do que a mistura de dois ou mais vinhos elaborados com diferentes variedades de uvas. Este tipo de vinho também pode ser chamado de blend (em inglês), de taglio (em italiano)  ou de corte, como dizemos no Brasil. Na França e em Portugal, principalmente, os assemblages são muito comuns. E geralmente os nomes das uvas nem constam nos rótulos, e sim o da região de origem do vinho, porque o consumidor já sabe quais são as variedades características de cada local.

Varietal é, por definição, o vinho elaborado com apenas uma variedade de uva, ou aquele que tem em sua composição pelo menos 75% de uma única casta. Nos vinhos varietais, o nome da uva geralmente aparece em destaque no rótulo. Assim, um Merlot brasileiro, por exemplo, pode ter em sua composição até 25% de Cabernet Sauvignon ou de outra cepa – mas em seu rótulo constará apenas a palavra Merlot. Os monovarietais têm 100% de uma única uva.

O Velho Mundo prefere destacar no rótulo o nome da região, e o Novo Mundo, a variedade da uva.

Uma última explicação: muitas vezes um vinho monovarietal, um Tannat, por exemplo, é elaborado com a mistura de vinhos Tannat de diferentes origens, o que não deixa de ser também uma forma de assemblage.

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