VINHOS | Outono chegou, que tal abrir um vinho? Escolhe teu preferido

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O verão já acabou, mas o frio ainda não veio com tudo. No outono, com as noites mais amenas iniciamos o rito de mudança dos hábitos: vinhos brancos e espumantes dão lugar aos rosés e tintos. Se você é daqueles que está com saudade do inverno para abrir um vinho tinto, a gente confessa: #somosdesses! Dá uma olhada nesta lista que o enólogo da Importadora Porto a PortoVictor H., preparou pra gente!

Curte vinhos de Portugal?

 

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Começamos com este rótulo que tem ótimo custo-benefício. É uma boa dica para jantares despretensiosos e descomplicados. O Quinta do Cachão, do produtor Caves Messias, do Douro, mistura as uvas: Touriga Nacional, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Touriga Franca. É um vinho de cor rubi intensa, típico das Tourigas, com aroma frutado com notas de chocolate e tostado. Avaliação do Victor Hugo: “em boca, revela taninos bem macios, saborosos, de fácil aceitação”. O rótulo teve o visual repaginado recentemente, trazendo um ar mais jovem ao vinho. Preço médio: 40 reais.

 

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Também de Portugal, agora do Alentejo, o Marques de Borba, do produtor João Portugal Ramos, é um blend (corte) das uvas: Alicante Bouschet, Trincadeira, Touriga Nacional e Aragonez. Avaliação do Victor Hugo: “tem excelente concentração aromática de frutas como amoras, cassis e compotas. Um vinho com taninos suaves, bom equilíbrio entre fruta, acidez e taninos”. Vai preparar um churrasco? Esse é o vinho então. Preço médio: R$ 90.

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Se sua praia são os chilenos:

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Quer harmonizar peixes com vinhos tintos? Um Pinot Noir é uma boa opção. A dica do Victor Hugo é este Reserva Santa Carolina, do Valle de Casablanca, produzido pela Vinícola Santa Carolina. Tem coloração típica, com tons mais claros e aromas de frutas vermelhas, como morango e framboesa. Tudo graças à posição privilegiada do Valle de Casablanca, região de onde vem as uvas deste vinho. Avaliação do Victor Hugo: “em boca, apresenta taninos médios e final harmônico”. Preço médio: R$ 90.

 

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Agora, quem já está pensando no foundue esse vinho acompanha muito bem. O Bodega Vieja, da Bodega Vieja, do Vale Central, é um corte Cabernet Sauvignon e Merlot. Novidade no mercado, o Bodega Vieja tinto é um vinho descomplicado, com taninos suaves, pronto para beber. Avaliação do Victor Hugo: “esse blend é fresco, frutado e apresenta sabores que remetem a mirtilo, ameixa e cerejas negras”. É indicado também para acompanhar pratos leves e carnes magras. Preço: R$ 40.

 

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Do Vale do Maipo vem este Cefiro Merlot, da Viña Casablanca. Complexo e elegante ao mesmo tempo. Avaliação do Victor Hugo: “possui aromas de frutas vermelhas maduras, mescladas a notas de baunilha e chocolate.  É um vinho concentrado, com sabores marcantes e longa persistência”. Permaneceu de 8 a 10 meses em barricas, de 20 a 30% delas são de carvalho francês novo. Este Merlot foi eleito como Best Buy (melhor compra) pela revista Wine Enthusiast, uma das publicações mais respeitadas do setor. Preço médio: R$ 70.

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Já provou algum vinho da Espanha?

 

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Esse Marques de Tomares Crianza, da Vinícola Marques de Tomares, da DOC Rioja, mistura Tempranillo, Mazuelo e Graciano. Um vinho de cor rubi intenso, com aromas que se destacam pela elegância, complexidade e longa duração. Avaliação do Victor Hugo: “no paladar apresenta taninos elegantes”. Preço médio: R$ 100.

Envelhecimento na Espanha:
Crianza: Para tintos, o vinho deve ter envelhecido por, pelo menos, 24 meses, sendo que deve passar 12 meses em carvalho. Para brancos e rosados, o período mínimo de envelhecimento é de 18 meses e não há disposições quanto ao uso de madeira.

Prefere vinhos da França?

 

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Ah, os franceses! Denis Dubordieu é considerado “o Papa dos vinhos brancos”. Premiado em 2016 pela revista Decanter como o Homem do Ano, é o autor do Le Clos de Reynon, feito na Cadillac Côtes de Bordeaux. Esse Merlot demonstra as características de um bom Merlot francês. Avaliação do Victor Hugo: “tem cor rubi intenso, aroma frutado, floral, acompanhado de especiarias como a menta e a pimenta preta. Na boca é seco, de corpo leve, equilibrado com taninos macios e de boa persistência”. Ótimo para acompanhar pato e aves. Preço médio: R$ 140.

E que tal provar um italiano?

 

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O país da bota (por causa do formato 😉 ) tem vinhos de diferentes estilos, principalmente por ter regiões climáticas distintas do Norte ao Sul, passando pela Toscana, no centro. Ao sul da Itália, mais precisamente no “salto da bota”, temos a região da Puglia, cada vez mais famosa e prestigiada aqui no Brasil. O Tufarello, da Vigneti del Vulture, feito com a Nero di Troia, tem cor vermelho rubi com intensos aromas frutados. Avaliação do Victor Hugo: “em boca, apresenta taninos bem equilibrados, motivo pelo qual os vinhos da Puglia tem grande aceitação”. Preço médo: R$ 85 a 100.

 

Se sua opção é sempre um argentino:

 

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Da maravilhosa Mendoza vem este Emilia Malbec/Bonarda, da Nieto Senetiner. A vinícola fundada por imigrantes italianos tornou-se uma das principais referências da Argentina e conquistou grande prestígio internacional. A Nieto Senetiner combina tradição e inovação, traduzindo nos seus vinhos a força do terroir de Mendoza. A Bonarda dá intensidade de cor e notas frutadas ao vinho, combinando bem com os taninos da Malbec. Avaliação do Victor Hugo: “é um vinho de cor vermelho intenso, límpido e brilhante. Possui aromas florais e de cerejas. Em boca, é elegante e equilibrado, apresenta taninos suaves e final persistente”. Vai ter pizza hoje à noite? Então pode escolher este vinho. Preço médio: R$ 55.

Curtiu a seleção? Então conta pra gente qual vinho tu escolheu. Na semana que vem tem mais. Vamos fazer uma seleção de Malbecs para você aproveitar o Malbec Day, comemorado no dia 16/04.

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