VINHOS | Rosé: o que cada tom diz sobre a bebida?

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Na semana passada, aprendemos a analisar as tonalidades dos vinhos brancos. Hoje, o post é sobre vinhos rosés. O que cada tom diz sobre a bebida?

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Muitas pessoas tem preconceito com os vinhos rosés. O fato é que depois que você vira um degustador apaixonado por vinhos e que começa o garimpo por estilos diferentes, é normal virar fã dos rosados.

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A cor dos vinhos rosés vem da casca. Somente a casca da uva contém pigmentos coloridos. A cor dos vinhos rosés é determinada pelo tempo de contato entre a casca e a polpa da uva durante a vinificação. Como a casca das diferentes castas é mais ou menos rica em pigmentos (antocianos), a escolha da uva é determinante para a cor final do vinho rosé. A extração da cor e dos aromas que estão na película da uva é a etapa chave da elaboração dos vinhos rosés.

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Os vinhos rosés são feitos de duas formas:

  • Por prensagem direta, onde as uvas são pressionadas produzindo vinhos bem claros.
  • Ou por sangria, quando o mosto fica em contato com a casca das uvas por algumas horas.

O tom dos rosés varia de acordo com a uva e a técnica usada na produção do vinho:- 

  • o tom rosa claro: no caso dele ser adquirido através de uvas tintas maceradas, que fermentaram com a casca, pode assumir alguns reflexos violetas quando mais jovens. Mas esse tom rosa suave também pode partir de uvas com pouca coloração e, aí, os reflexos lembram a cor de casca de cebola, aquele tom bem clarinho, o mais comum entre os rosés.
  • O vinho que tem tom rosa cereja, o nome já diz, traz nuances da cor da fruta. Os reflexos variam do violeta ao alaranjado. E isso que vai determinar o grau de maturidade do vinho, ou seja, o tempo de garrafa.
  • O tom rosa clarete, obtido por sangria,  é aquele que fica no limite entre o vinho rosado e o vinho tinto. Às vezes, até é considerado um vinho tinto com pouca intensidade de cor. Esse tipo da bebida é bastante vivo e tem reflexos violetas até o primeiro ano. Evoluindo para o alaranjado e perdendo o frescor depois de dois anos da produção.

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É bom lembrar que essas tonalidades servem apenas de referência para os degustadores. Podem existir infinitos tons subdivididos entre estes que eu citei agora. Praticando, conhecendo vinhos novos, de diferentes regiões e diferentes processos, você mesmo vai ter suas percepções sobre as cores dos vinhos. Comigo foi assim.

Nas próximas posts, vamos falar dos vinhos tintos. Fique ligado aqui no site que toda a semana vamos produzir um conteúdo diferente sobre vinhos. Se tiver dúvidas ou alguma sugestão de conteúdo, me escreve: lilianlima@asboascoisasdavida.com.br. Vou adorar saber.

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